Recife + Olinda: Como aproveitar em um final de semana!

Recife + Olinda: Como aproveitar em um final de semana!

Recife, a capital pernambucana, é uma cidade que tem de tudo, de praia até centro histórico e é famosa por seu Carnaval que enche as ruas da cidade e por ter uma festa de São João das boas, “visse”?! Tivemos a sorte de aproveitar o finzinho da temporada de festas típicas com direito à quadrilha e tudo!

Então, pra quem gosta de muita cultura, arte e história, mas que, também, não dispensa uma praia, Recife tem que entrar pra lista de destinos, hein? Uma pena que o tempo estava chuvoso e frio, então não conseguimos ir à praia.

Me chamo Lucas e junto com o Caique vou mostrar as belezas dessa cidade e vocês vão entender porque nos apaixonamos por esse lugar.

Onde ficar em Recife

Como chegamos cansados em uma quinta-feira à noite, fomos direto para o hostel que escolhemos, o “Piratas da Praia”. Optamos ficar em hostel por conta da economia e da experiência de viajar e estar em sintonia com outras pessoas.

Sendo assim, fomos ao mercado mais próximo e compramos tudo que precisaríamos pra fazer nossa própria comida na cozinha compartilhada do hostel e economizar da melhor forma sem deixar de comer bem!

Ah, um diferencial que me ganhou na hora de escolher foi que lá tinha água liberada e como bom bebedor de água que sou, adorei. Além disso, lá tinha sala compartilhada de TV, redes, lounge pra conversar, trocar uma ideia, área de serviço e uma playlist de muito bom gosto!

O que fazer em Recife

Primeiro dia

Levantamos bem cedo para poder aproveitar bem o dia. Então, tomamos um café reforçado e partimos para a rua conhecer um pouco de tudo!

Em Recife você tem várias possibilidades na hora de passear, então, começamos pelo Marco Zero e pelo Parque das Esculturas Francisco Brennand. Lá no Marco Zero é a parte mais antiga de Recife e que, hoje em dia, possui uma praça em que muitos locais se reúnem pra conversar, se divertir, andar de bicicleta e etc. De lá atravessamos de barco pagando 5 reais (ida e volta) para ir até o Parque das Esculturas, onde tem algumas obras dos escultores da família Brennand, que são conhecidos na região recifense, como por exemplo, a Torre de Cristal.

Assim como Salvador tem o Acarajé, Recife tem a tapioca. Sendo assim, aproveitamos e paramos para comer uma tapioca no Marco Zero. A minha foi de frango com catupiry e está aprovadíssima, uma delícia!

Aproveitamos o resto do dia para irmos até o Instituto Ricardo Brennand, um que foi eleito o melhor museu da América do Sul pelo TripAdvisor, repleto de obras incríveis.

Chegando lá, foi uma grande viagem na história, entrando em castelos medievais com várias pinacotecas cheias de esculturas, tapeçarias, coleções de armas brancas e pinturas famosas como “A noite estrelada” de Van Gogh e “A moça com brinco de pérola” de Vermeer, além de contar com lagos e jardins incríveis cheio de esculturas também. Um ótimo passeio pra quem ama história e cultura!

À noite, fomos ao Sítio da Trindade, que é um dos polos de festas juninas da região, onde estava rolando a semifinal do 35º Concurso Regional de Quadrilhas Juninas Adulta, que contava com todos os grupos de quadrilha de Pernambuco, promovido pela Prefeitura de Recife. Essa festividade rola todo ano e conta com muita folia, shows, danças, comidas típicas e muita diversão. Como um bom carioca que sou, logo fiz uma analogia da importância da quadrilha para Recife com os desfiles de escola de samba para o Rio.

Depois da festa, resolvemos dar uma volta por Recife e encontramos um bar super aconchegante chamado Conchitas. Um bar com música ao vivo, LGBTQI+ friendly, bem divertido e animado. O bar fica em uma rua que é bem movimentada, cheia de outras opções de bares, boates e casas de show.

Segundo dia

No sábado acordamos bem cedo pois estávamos deixando Recife e começamos a nos preparar para ir para Olinda. Então, arrumamos nossas coisas (inclusive as comidas que compramos para preparar) e fomos para Olinda.

Olinda

Olinda é um uma cidade histórica que fica tão pertinho de Recife que, às vezes, é confundida como um bairro do município. A cidade é famosa por seu Carnaval de Rua que percorre as ladeiras da cidade, com blocos como o “O homem da meia-noite” e o “Bacalhau do Batata”, e, também, por sua arquitetura portuguesa com casas coloridas que dão vida as ruas e ladeiras olindenses.

Como ir de Recife para Olinda 

 Como fica bem próximo de Recife, você pode ir de ônibus, táxi ou uber. Como estávamos cheios de malas pois íamos nos mudar para outro hostel, decidimos pegar um carro até lá e deu uns 12 reais. Mas é super viável fazer um bate-e-volta de Recife para Olinda. Estávamos em Recife e pagamos um Uber até o Albergue de Olinda, que foi o hostel escolhido. Como são cidades vizinhas, foi super barato e deu por volta de uns 12 reais.

O que fazer em Olinda

Tiramos um dia pra conhecer Olinda. Acordamos cedo, já que nosso tempo era curto, tomamos café da manhã e demos início ao nosso passeio pelo Centro Histórico de Olinda. Começamos pela Igreja do Carmo de Olinda, que é famosa por ter inúmeras referências de arte sacra do período colonial brasileiro, porém quando fomos estava fechada para reforma.

Então, seguimos o passeio subindo as ladeiras olindenses, que eram preenchidas com a arquitetura barroca e colonial portuguesa adaptada para as condições brasileiras. As casas coloridas, por exemplo, eram sempre de frente para a rua, trazendo a ideia do encontro entre o particular e o privado.

Após o sobe-e-desce das ruas de Olinda, chegamos na famosa Ladeira da Misericórdia que dava para o Alto da Sé, um dos lugares que mais queríamos conhecer. A vista lá de cima é incrível, dá pra ver toda a Olinda e ainda uma parte de Recife. Fora que lá tem muitas feirinhas de artesanatos e gastronômicas.

Ao chegar lá, não podíamos deixar de ir à Casa dos Bonecos Gigantes de Olinda, um museu interativo em que conhecemos mais um pouco da história do carnaval olindense e de toda a cultura desde a confecção dos bonecos até o manuseio. Os detalhes de cada boneco são perfeitos e te deixam sem palavras.

Depois, já na Praça da Sé, curtimos a apresentação de um grupo de maracatu que estava performando ao ar livre que, logo, reuniu um público ao seu redor. Mais a frente, tem o famoso Samba do Preto Velho, que é um espaço que contagia com muita dança, alegria e samba no pé.

Já no fim da tarde, quase no pôr-do-sol, decidimos subir no Mirante da Caixa D’água que fica ao lado da Igreja da Sé.  A vista panorâmica da cidade de Olinda e de grande parte da orla de Recife é indescritível e que, ao pôr-do-sol, torna-se um espetáculo de beleza com a paisagem deslumbrante que mistura arquitetura com natureza intocada.

Uma curiosidade sobre a Igreja da Sé, durante o passeio no Centro Histórico de Olinda, foi que todas as igrejas de Olinda estavam voltadas em direção à essa igreja.

O que comer em Olinda 

No fim do passeio, paramos em uma das várias barraquinhas que ficam em frente ao Convento da Sé, e, como tínhamos amado a tapioca de Recife, pedimos uma tapioca lá também e como nos apaixonamos pela de frango com catupiry, não teve outra! Essa área das barraquinhas funciona como uma espécie de polo gastronômico, em que conta com vários lugares com as mais diversas opções, mas a tapioca é, de longe, o prato mais comum.

Além disso, fomos na Casa do Axé, que fica na Rua do Amparo, ainda no Carmo. O Axé é uma bebida artesanal feita com cachaça que é muito famosa em Olinda. Ninguém sabe, de fato, como é feita, só se sabe que é feita com cachaça e outras ervas secretas. A bebida tem origem africana, mas faz sucesso durante a folia dos olindenses com seus 12% de teor alcóolico. Não podíamos deixar de provar, né?! Compramos uma garrafa de 500ml que vinha com uma semente de guaraná e um sachê de mel pra colocarmos dentro e misturar.

 Onde ficar em Olinda

Ficamos no hostel “Albergue de Olinda”, que fica bem localizado, perto da subida pro Alto da Sé, e que conta com vários quartos compartilhados, piscina, área verde, cozinha compartilhada no exterior, que usamos e abusamos para fazer nossa comida, e até uma área da preguiça, cheia de redes pra descansar.

📚 Sobre o Autor 📚

Lucas Santos, fotógrafo e criador de conteúdo  travel, fashion na sua visão de homem negro LGBT pelo brasil e pelo mundo com muito bom humor. Compartilha dicas viagens, fotografia e seu lifestyle no Instagram e no Youtube 

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Sobre o Autor

Laura Carniel

I'm Laura, Brazilian, and I'm obsessed with dogs, films, sharing good stories with friends and discovering quirky places. Social Media & Content Executive and #HostelworldInsider at Hostelworld. 🌏 Favourite place on earth: London, UK. 🏠 Favourite hostel: Oki Doki Hostel - Warsaw, Poland. Follow my travel adventures and loads of dogs on Instagram @astaclivo 🐶✈️

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