O que comer em Paraty?

O que comer em Paraty?

Paraty é uma cidade para todos os gostos. Tanto pra quem quer curtir praia (as mais legais não estão no continente, mas nas ilhas) quanto pra quem está atrás de programas culturais, roteiros históricos ou simplesmente para quem procura onde comer em Paraty.

Tem que ser uma pessoa muito chata pra não gostar de Paraty. Pensa: o que há pra não gostar? As águas da baía batendo nas ruas de pedra do Centro Histórico no fim da tarde? Os barcos coloridos passando devagar pelo canal? O casario tombado que abriga livrarias, sorveterias e restaurantes? Paraty tem cara de férias e, por mais que a herança dos tempos de colônia lembrem Portugal, a mata verde ao redor, as maritacas gritando nas árvores e os vendedores levando quebra-queixos e brigadeiros nos carrinhos de mão não deixam dúvidas: Paraty é totalmente Brasil.

Isso porque a cidade, que fica na divisa entre os estados de Rio de Janeiro e São Paulo, tem um calendário intenso que inclui a Flip, o Paraty em Foco e o Mimo. Como Paraty é a cidade-berço da cachaça, também há o Festival da Cachaça, evento dedicado à mais brasileira das bebidas que hoje é uma das festas que mais atraem público pra cidade.

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Já o Festival do Camarão (em junho ou julho, época do fim do defeso do camarão) acontece na Ilha do Araújo, a maior da baía de Paraty, e é desculpa para os restaurantes do Centro Histórico inventarem pratos especiais com o crustáceo. O camarão é estrela de um petisco que só se encontra por aqui, o “camarão casadinho”, criação do Quiosque do Lapinha na Praia do Pontal. São dois camarões grandes fritos, unidos por uma porção de farofa bem temperada. Vale por uma refeição, ainda mais se acompanhado por caipirinha de cachaça com limão no fim de tarde.

Clássico de Paraty: camarão casadinho do Lapinha

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Quando se fala sobre onde comer em Paraty, na certa vem sugestões de quiosques de praia. Meu preferido é o Cheiro de Camarão na Praia do Corumbê (dá chegar de ônibus a partir do Centro). É uma praia pequena, de águas calmas, ideal para crianças e passar a tarde comendo moqueca ou peixada acompanhando cerveja gelada e sucos de frutas. Vale o toque: não aceita cartões, só dinheiro!

Um restaurante de praia menos rústico (e mais caro) é o São Francisco, na Praia Grande. O bobó e o camarão à baiana são super elogiados, as caipirinhas são feitas com cachaças locais (peça a da Maria Izabel!) e ainda tem rede pra deitar enquanto espera.

As opções de comida barata em Paraty são as que você encontra no Centro Histórico e arredores do centro. A Tapiocaria Maria Fulô é um lugar gostoso que serve tapiocas salgadas e doces ao longo do dia e tem opções para todos os bolsos no almoço – melhor ainda: agrada vegetarianos. Durante a noite, procure caldos nos restaurantes ao redor da Praça Central. Canjas e caldos de legumes estão sempre nos cardápios riscados em giz nas lousas, que mudam a cada dia.

Tchau, Paraty 😍 foi legal.

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Para economizar na viagem, procure visitar Paraty fora do período de grandes eventos, férias e feriados, quanto não raro as coisas dobram de preço. Dê uma olhada no nosso site quando for procurar sua hospedagem: hostel em Paraty é com a gente mesmo! E separe pelo menos um final-de-semana inteiro, descontando o dia da viagem: dá pra vir de ônibus a partir de Rio (quatro horas) ou São Paulo (seis horas).

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Sobre o Autor

Carol Guido

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