Estes casais mochileiros vão se tornar a sua nova meta de relacionamento

Estes casais mochileiros vão se tornar a sua nova meta de relacionamento

Quando contei para uma amiga que eu estava procurando histórias de amor que começaram em hostels, ela me disse – ninguém se conhece assim! Eu disse que também fiquei impressionada com a quantidade de histórias lindas que ouvi que começaram com um simples oi na cozinha de um hostel e terminaram com um casamento em outro país.

A verdade é que quando estamos abertos para novas possibilidades, o universo nos manda o que tiver que ser e, se a gente se deixar levar mesmo, coisas incríveis podem acontecer. Viajar por si só  já é uma experiência que nos tira da zona de conforto e nos inspira a ter um momento de conexão com aquilo que realmente nos faz feliz. Durante uma viagem, onde os caminhos na cidade ainda não estão traçados, você tem a chance de se redescobrir num encontro com o acaso que só uma mente aberta ao mundo proporciona.

Não que relacionamento tenha que ser meta da vida de ninguém. A gente pode ser feliz com o quer que seja. Se planejar um mochilão sozinho for aquilo que faz o seu coração bater mais forte, vá em frente e esteja aberto para todas as pessoas que conhecer pelo caminho nessa jornada.

A mágica de quando a gente viaja, é que a gente nunca sabe o que vai acontecer. Você pode voltar cheio de histórias sobre baladas incríveis ou sobre aquele restaurante pequeno na Itália em que uma senhora te explicou tudo sobre o prato que cozinhou. Ficar em hostels torna tudo um suspense ainda maior. Você sabe que vai conhecer pessoas, por exemplo, mas o que vai rolar? Não dá pra saber.

Gosto de acreditar que a vida coloca as pessoas no nosso caminho por algum motivo, quando estamos prontos para deixar o que for acontecer tomar uma forma mais concreta.

Achamos essas histórias uma inspiração para acreditar no poder da conexão entre as pessoas e é claro- do amor.

? Como acabei casando na Alemanha depois de um mochilão na Europa ?

“Costumo dizer que hostel é um lugar mágico. Não só por se poder falar com estranhos sobre os mais diversos assuntos, testar sua fluência em diferentes idiomas, sonhar com novos continentes e realidades. Mas, principalmente, por unir pessoas de diferentes mundos. Foi num desses hostels em Sevilla que conheci o Jan – o alemão que me fez sentir que o amor, quando forte, pode atravessar o oceano Atlântico.

Era janeiro de 2015 e eu estava já há 20 dias viajando pelas estradas da Espanha. Ele, depois de alguns meses na Ásia, voltava ao velho continente e seguia, então, viagem pela região de Andaluzia. Trocamos algumas palavras naquela noite do primeiro encontro. Algumas palavras, muitos olhares. E o número do Whatsapp, claro, pois não há Universo/Destino/Acaso que consiga trabalhar direitinho se a pessoa não facilitar.

Desde então, foram muitas conversas sobre política, música, Black Mirror, borda da pizza com recheio vs sem recheio. Nem sempre chegamos a uma conclusão, mas sempre buscamos entender o ponto de vista do outro. E foi assim, aos poucos, que fomos fazendo esse amor de ponte aérea Brasil-Alemanha dar certo.

Ele me mostrou um universo novo, com costumes, palavras e ideias novas. Eu retribui com sabores, cheiros, canções e outras brasilidades. Foi um ano e meio de namoro maravilhoso, mas também nada fácil. Alternávamos entre a convivência 24 horas por dia e contagens regressivas em aeroportos.

Não eram fáceis essas chegadas e partidas. Não era fácil amar à distância, no sacrifício diário, desafiar as diferenças de fuso-horário e superar as dúvidas. Mas depois de passar por tantas provas e vitórias, decidimos que era hora de morarmos juntos.

Eu estava disposta a mudar de cidade, de país e de vida. Deixei então São Paulo de maneira rápida, para não doer muito. Depois de 12 horas de avião e 30 graus a menos, chegava em Frankfurt. O Jan já me esperava com alguns parentes na saída do desembarque.

Mas o reencontro desta vez era diferente. Ele estava visivelmente nervoso e fazia um discurso de boas-vindas já pensado. A fala terminou com a tradicional pergunta em pleno aeroporto. Não podia ser diferente. Noivamos naquele instante.

Hoje, depois de 1 ano de casados, continuamos aprendendo diariamente um com o outro, descobrindo e nos transformando. Continuamos amando em português e discutindo em alemão. Continuamos colecionando em casa um pouco de tudo das nossas famílias brasileira e alemã. E sabemos que nossa relação somente existe porque tivemos, desde o começo, a mente aberta. Afinal, uma mente aberta também é um coração aberto.”

Enviado por: Paula Miranda Stracke

?‍❤️‍? Como um amor de hostel me levou de São Paulo a Nova York ?

“Eu conheci a Jennifer em uma noite de agosto. É engraçado como nada acontece por acaso e o que fez a gente se conhecer foi uma sequência de atitudes inusitadas, tanto dela quanto minhas. Antes de vê-la pela primeira vez, comecei a me abrir a possibilidades. E hoje eu percebo como a nóia de querer premeditar tudo é na verdade um projeto que a gente faz pra se frustrar depois, porque as coisas nunca saem como a gente planejou. Mas é certo que tudo acontece do jeito que tem que acontecer.

Eu tinha combinado de encontrar um conhecido num hostel, mas estava naquela preguiça, quase desistindo de sair. A próxima coisa que eu lembro é de acordar de um sobressalto falando: “Preciso ir!”. Levantei, peguei minhas coisas fui.

Algumas horas depois, acendi um cigarro na varanda. Depois de duas tragadas, duas mulheres chegaram e sentaram em uma mesa próxima. “Another smoker, nice”, disse uma delas. Eu não sei o que aconteceu. Acho que era o jeito que ela andava, o jeito que ela se vestia, o jeito que ela falava… Eu senti uma coisa. Sabe quando você viaja, vê uma paisagem incrível pela primeira vez e não consegue parar de olhar? Foi tipo isso. Mas muito mais intenso.

Eu sorri, perguntei de onde elas eram. “New York”, elas disseram, e perguntaram de onde eu era. “Daqui mesmo”, falei. A Jen se impressionou com o meu inglês e nisso eu já não conseguia parar de sorrir pra ela. Eu só queria saber mais sobre ela. Queria conhecê-la de verdade, queria saber tudo sobre a vida dela. Eu puxava assuntos sobre coisas que eu adoro, como Broadway, mas a verdade é que eu só queria que ela falasse.

Era a última noite delas no Brasil. O plano era ir para uma balada e mesmo não curtindo muito o lugar, quando a amiga dela me convidou, eu sabia que tinha que ir. Chegando lá, eu já sabia que tinha que conversar mais com ela, então a chamei para o fumódromo. Fomos, só nós duas, conversamos. O que eu sentia com ela era uma sensação de paz, de que estava tudo bem. Mas ela não percebia que eu queria ficar com ela. Eu queria muito, claramente; mas a verdade é que não era só isso. Eu via nela algo muito incrível, algo que fazia com que eu me identificasse, com que eu percebesse algo sobre mim.

traveling with your best friend @willowblair

? @willowblair

Conversamos sobre nossos empregos. Sobre os nossos gostos. Sobre as minhas tatuagens. Conversamos sobre relacionamentos. Eu disse que não acreditava em relacionamentos do jeito que a sociedade constrói. Ela se identificou e percebemos que nossas visões de relacionamento eram muito parecidas e ao mesmo tempo bem diferentes da maioria das pessoas. Mas meu tempo estava ficando curto e eu não podia deixar aquela mulher sair da minha vida sem mais nem menos, aquela não podia ser apenas uma noite muito daora que ficaria só na minha memória.

Eu disse “Vamos um pouco mais pra lá?”. Ela finalmente percebeu a deixa. Se apoiou na grade, pegou as minhas mãos, me puxou pra perto e disse: “Você é linda… o que eu vou fazer com você?”. As definições de “desmaio” foram atualizadas.

Os olhares chegaram a um nível que não havia mais espaço para dúvidas. Nos beijamos. Nada mais importava pra mim. Não importava o que as pessoas pensariam. Não importava se eu deveria acordar cedo no dia seguinte ou as obrigações que eu tinha. Não importava que ela era 12 anos mais velha do que eu e morava a mais de 7.500 km de distância. Tudo que importava era o que eu estava sentindo ali, naquele momento com ela.

Nós fomos embora da balada e ficamos juntas até o sol começar a aparecer e o dia amanhecer por completo. No dia seguinte, acordei motivada, energizada; me arrumei e fui encontrá-la. Quando vi a Jen, senti de novo aquela sensação de reconhecimento. Aquela sensação de: é isso.

Passamos o dia juntas e foi tudo incrível. O dia estava ensolarado, as pessoas estavam felizes, havia músicos de rua a cada esquina, pessoas dançando, muitas cores, muitos sons, muita vida. Ela estava linda. Eu sentia como se a conhecesse há muito tempo.

Depois de uma tarde inteira juntas, chegou a temida hora da despedida mas a gente sentia não ia acabar ali. Depois de muitos abraços e beijos, ela entrou em um táxi e foi embora.

Eu não conseguia parar de pensar nela. Admito que fiquei com medo de nunca mais vê-la, de ela nunca mais responder as minhas mensagens e de nunca mais falar com ela. Mas no dia seguinte, recebi uma mensagem dela. As dúvidas foram embora. Lembrei de como ela era e percebi que todos aqueles medos estavam só na minha cabeça.

Desde então, não ficamos um dia sem nos falar. Comprei minha passagem para Nova York para visitá-la um mês depois que ela foi embora. Eu passaria duas semanas lá, incluindo o ano novo. Depois de quatro meses de espera, horas e horas de ligações e muita conversa, peguei minhas malas e fui visitá-la.

Meu coração já estava na boca. Como seria encontrá-la novamente? Será que ela ainda iria gostar de mim? Será que eu ainda gostaria dela?

Até que eu a vi encostada em um pilar esperando por mim. E aí todas essas dúvidas foram embora e eu lembrei de nós.

Desde então, estamos juntas em algo que eu gosto de chamar de “parceria cósmica”. Seria injusto encaixá-la em um rótulo tão pequeno e limitante quanto “namorada”. Ela é minha parceira de vida, é alguém com quem eu compartilho tudo. Com ela, eu descubro mais sobre mim a cada dia.”

? De um hostel carioca para um pedido de casamento num balão ?‍?‍?‍?

“Eu trabalhava há uns dois anos num hostel no Rio, chamado Lemon Spirit, quando o Andy chegou lá durante o “ano sabático” dele, uns 10 meses depois de ter saído de casa. Logo de cara eu me interessei, mas ele demorou pra tomar uma atitude. Acabou que a gente ficou pela primeira vez um dia antes dele dar continuidade na viagem dele. Foi maravilhoso, mas nesse momento eu não fazia a menor ideia de onde isso ia dar… A gente continuou se falando pela internet. Eu tinha uma viagem marcada pra Europa com duas amigas e ele resolveu me encontrar em Berlim. Ou seja, assim que ele chegou em casa dessa viagem de 1 ano, pediu dinheiro emprestado pro pai pra viajar mais uma vez pra me ver. Ficamos juntos por uns 4 dias em Berlim e foi muito bom, de novo. Aí, foi minha vez de continuar a viagem e depois voltar pra casa. Depois disso, passamos a nos falar direto, até que ele me convidou pra ficar uns dias na casa dele em Bristol, conhecer todo mundo, passar um tempo “de verdade” juntos. Vim pra cá, conheci a família e os amigos dele, fomos pra Nerja na Espanha e ele me pediu em namoro.

Começou aí a (terrível e melancólica) fase “namoro à distância” que durou uns seis meses. Nessa época, ele foi passar uns dias na minha casa no Rio também e foi a vez dele de conhecer a minha família e amigos. Estávamos apaixonados de verdade e percebemos que não conseguiríamos mais ficar longe um do outro. Nos namoros à distância, as coisas tendem acontecer mais rápido e eu acabei vindo morar aqui por seis meses para fazermos o teste final de convivência. E deu super certo!! Assim que esses seis meses acabaram voltei pro Brasil pro casamento da minha irmã e ele me encontrou lá uns meses depois e me pediu em casamento, num inédito passeio de balão no Rio. Estamos casados desde o dia 7 de setembro de 2012 e hoje temos duas filhas incríveis: Maddie e Olívia. E muita história pra contar.”

Enviado por: Jordana Collet

 ? Do cemitério do México a um casamento em Oxford ??

“Imagina você conhecer uma pessoa especial num lugar super clima, só à luz de velas e com muitas, muitas flores coloridas ao redor.

Pensou? Pois é, eu conheci o Mark num lugar exatamente assim: um cemitério.

Yeap, você leu certo. Foi num cemitério. E tipo, se a gente tivesse conversando ao vivo e a cores e eu estivesse contando como a gente se conheceu, eu pararia a história aqui: aprendi que é muito mais divertido fazer isso e ficar olhando a expressão de confusão no rosto das pessoas!

Mas eu juro que foi menos mórbido do que você pensou! Deixa eu explicar…

Eu tinha viajado para o México em 2012, mais especificamente para a cidade de Oaxaca, no interior do país. Era dia 31 de Outubro e queria realizar um sonho secreto de anos: eu queria conhecer de perto a Festa do Dia dos Mortos que acontece no México. Segundo a tradição, os mexicanos montam altares em homenagem aos entes queridos e viram essas noites no cemitério, ao lado do túmulo dos seus entes queridos que já se foram.

Ao contrário do que você deve estar imaginando, é um festival lindo: colorido, alegre e cheio de vida. Eu conto em detalhes as curiosidades por trás dele neste post.

Mas voltando à história: eu tinha acabado de chegar em Oaxaca, que era a cidade onde acontecem as festividades mais tradicionais do país, e estava hospedada no Hostel Cielo Rojo. Literalmente, eu tinha chegado do aeroporto, deixado minhas malas no quarto e me inscrito no tour que o hostel estava organizando e que iria sair em algumas horas.

E ele estava no tour.

Já era noite. Cada um de nós recebeu do rapaz do hostel um kit com uma vela, flores, chocolate e pão.

Pareceu romântico? Mas era para os mortos, não para a gente.

– Então, vocês devem escolher um túmulo em que não esteja sendo velado pela sua família, e fazer ali a sua oferenda ao morto, deixando o chocolate, o pão e acendendo uma vela – explicou o guia.

Cheguei a me perguntar se eu poderia comer o pão e o chocolate escondido, porque tava frio, tarde e eu tava com fome, mas achei melhor não. Afinal, as coisas eram para os mortos, e a gente ia fica passeando com isso pelo cemitério – vai que eu não ia conseguir despistar, uma alma penada ia ver que o lanche dela ficou faltando e ia puxar meu pé? Não que eu acredite nessas coisas, mas sabe aquela frase “Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”? Pois é. Melhor não.

– Tá, então, é só a gente ir andando por entre os túmulos, escolhendo livremente um túmulo para colocar isso? – pergunto.

– Sim, você só tem que ter cuidado com os mortos te puxando pelo pé – alguém respondeu.

Era ele.

“Ah, tá, legal”. Risadinha sem graça. Ele achou que eu era francesa. Eu achei que ele era um mala.

A gente chegou no primeiro cemitério e todo mundo desapareceu na calada da noite (porque né, breu, velas, não dá para ver muito bem). E ao mesmo tempo em que eu estava adorando viver a experiência de um autêntico Dia dos Mortos mexicano, também não tava super afim de ser esquecida no meio de um cemitério à noite, e como ele era o cara mais alto do grupo, fiquei de olho nele – pura e simplesmente para tê-lo como referência.

Ele me ignorou solenemente. Eu achei ele um metido. Mas vale registrar: o passeio foi interessantíssimo, independente disso!

Fast-forward para o dia seguinte, quando acordo no hostel, depois de chegar tarde do tour pelos cemitérios. Tomei café e sentei na mesinha do lounge do hostel com o meu notebook – era manhã e eu queria escrever o post sobre o passeio do dia anterior.

E hoje você poderia dizer que foi o destino que quis que ele viesse de novo e se sentasse na mesma mesa que eu. Mas eu vou dizer que é porque só tinha uma tomada na sala.

– Oi, bom dia. Esse carregador é seu?

– É sim.

– Posso colocar ele nessa tomada de cá para eu poder carregar o meu também?

– Pode claro. Aliás, pode desplugar. O meu já está com a carga cheia.

– Ah, então tá. Obrigado.

– Não tem de quê.

– Qual seu nome?

– Clarissa.

– Prazer. O meu é Mark.

Pronto. Daí, conversamos. Daí, bateu a hora do almoço e ele me chamou para almoçar ali perto. Daí, almoçamos e conversamos (eu pensei “até que esse cara é legal”. Ele, também). Daí saímos, nós dois e todo o pessoal do albergue, à noite para ver mais caveiras mexicanas. Daí, trocamos Facebook.

Daí, voltei ao Brasil. E adivinhe: nada aconteceu. Nem um beijinho.

Mas não acabou a história aí. Quando eu estava embarcando de volta no avião, recebo uma mensagem dele no Facebook. Dizendo que gostou de me conhecer e perguntando se poderíamos nos conhecer melhor – quem sabe, ele iria ao Brasil e tal. Eu disse que sim porque, óbvio, duvidei: como boa carioca, eu interpreto o famoso “vamos nos ver semana que vem?” como “vamos nos ver nunca mais”?

Mas ele não era carioca, e acabou que 40 dias depois ele estava lá no Rio de Janeiro. E pá de lá, pá de cá, a gente saiu. E um dia a gente ficou. E exatos dois anos depois do episódio do cemitério, no dia 1 de novembro de 2014, a gente se casou numa cerimônia super íntima em Oxford, Inglaterra. Tinha flores e velas também, mas dessa vez era só a decoração do Register Office mesmo.

Hoje temos planos de um dia voltar a Oaxaca no Dia dos Mortos de novo, onde tudo começou, e inclusive visitar o hostel Cielo Rojo. Acho que eles nem tem idéia da história que começou no albergue deles!

PS: O engraçado é, quando eu contei essa história para a minha avó, ela disse (com aquela sabedoria que só as avós têm): “é, né… É no cemitério que acontecem as coisas eternas”. ? ”

Enviado por: Clarissa Donda, blog Dondeando por Aí

? De um pub crawl na Espanha a um ano de relacionamento ?

“A nossa história começou na Semana Santa da Espanha de 2011. Depois de uma travessia de barca nada convencional entre Tangier x Cadiz, eu e mais duas amigas chegamos vivas num hostel chamado “The Melting Pot”. Lá encontramos mais quatro amigos que estavam muito animados e resolveram fazer um pub crawl em plena segunda feira. Eu esteja de férias e pensei porque não? A parte mágica de viajar é que a gente se permite viver aquilo que a gente teria preguiça quando estamos em casa.

O hostel que estávamos organizava uma saída diária com outro hostel para visitar quatro bares. Já no terceiro, eu não aguentava mais ver shots de tequila e nem beber cerveja, então resolvi voltar pro hostel. Quando estava quase quase saindo, um menino alemão me parou na porta e perguntou se eu queria dançar. O cansaço foi embora na hora. Conversamos muito e descobrimos que iríamos para Sevilla no mesmo dia e marcamos de sair. Depois desse encontro inesperado do destino, iniciamos um relacionamento incrível que durou um ano, Foi lindo e valeu cada minuto.”

Enviado por: Thais T.

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Sobre o Autor

Laura Carniel

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