7 conselhos feministas para te incentivar a viajar sozinha

7 conselhos feministas para te incentivar a viajar sozinha

Quando eu decidi viajar sozinha pela América do Sul, a maioria das pessoas a minha volta, ao saberem da notícia, tinham uma opinião sobre a minha decisão. “Você não tem medo?” “Você chegou a considerar o quanto isso é perigoso? ” ”Não é melhor ir em uma excursão organizada?” Não passava um dia em que alguém que eu mal conhecia, vinha me contar seus próprios medos e razões pelas quais eu não deveria ir.

Isso me incomodou porque 1 – claro que eu sabia dos perigos de fazer essa viagem assim e eu tinha pensado em como proceder, e 2 – por que se eu fosse um pouco menos determinada, eu poderia ter sido persuadida a desistir da oportunidade de viver uma aventura maravilhosa. É importante escolher absorver apenas os conselhos certos, então hoje, eu trouxe as 7 dos melhores conselhos da sabedoria feminista para você dar ouvidos quando decidir viajar sozinha…

Pense tempo demais sobre alguma coisa e você vai conseguir juntar 101 razões do que porque deveria ficar em casa na frente da TV. Mas isso não é viver, não é mesmo? Se você quer viajar você tem que dar esse salto no desconhecido. Eu não estou dizendo para não pensar sobre a sua viagem – claro que você precisa estar atenta e ciente – só não pense demais sobre isso. Uma das maiores alegrias de viajar é descobrir o que fazer conforme as coisas vão acontecendo.

A gente vive em um mundo cheio de pessoas presumindo coisas sobre os outros, então em algum ponto da sua vida você vai ser bombardeada com essas falsas certezas. Alguns podem sugerir que você não tem estoomago para escalar aquela montanha ou que fazer uma trilha sozinha é besteira porque obviamente você vai se perder. Eles podem até presumir que você está querendo muito uma companhia porque está sozinha, ou que você não sabe como se cuidar, mas essas são apenas as opiniões das pessoas. Você decidiu viajar sozinha – você é corajosa – não deixe que a forma que as pessoas te vêem se torne a forma como você se vê.

Essa é a sua jornada, então escolha aonde você vai e o que faz, baseada apenas nos seus interesses. Claro, pode haver uma rota já testada e aprovada que seria mais fácil de seguir, mas se você não tem interesse em lugares assim, não vá apenas porque as outras pessoas estão indo. Crie seu próprio caminho. Você está sozinha, então significa que você pode fazer o que quiser, livre de influências, provavelmente, pela primeira vez na sua vida. Curta definir as coisas que você gosta e o porquê você gosta delas. Adquirir esse entendimento profundo de quem você é, será uma das lições mais valiosas que você vai ganhar das suas viagens.

Em algum lugar, durante o seu caminho, esteja você jantando sozinha, ou esperando o ônibus, alguém vai te perguntar aonde está o seu marido, ou por que você não tem uma família. Acontece, e quando acontecer, apenas ria! Você decidiu viajar para ter uma aventura sozinha, então não perca o seu tempo precioso tendo inveja de casais, ou obcecada por carinhas que você possa conhecer pelo caminho. Sim, foi divertido a beça, mas provavelmente eles estão indo para um caminho, e você para outro. A sua razão para vir nessa viagem não foi para achar um homem – foi para ver o mundo, ter uma aventura por conta própria. Eu não estou dizendo que um romance não é uma aventura – só não deixe que isso comande as suas decisões. Você tem lugares para ir e coisas para ver.

Viajar sozinha é uma enorme e gloriosa curva de aprendizado que vai estar recheada de erros. Aceite isso e não sofra por escolher uma atividade que foi uma grande furada, ou por ter dito sim para uma cerveja com uma pessoa tão chata que a sua visão ficou turva. Fique ligada em entender porque você não curtiu, e não faça novamente. Simples.

Quando você compreende o que você gosta, o que você defende, você tem uma noção mais forte de si mesma. Você entende suas ambições, o que importa de verdade para você, quais riscos você está disposta a correr, quando se posicionar. No minuto que você entende os seus limites, coisa que você aprende viajando, você não perde mais seu precioso tempo com pessoas, lugares e oportunidades que não são as certas para você. E em contrapartida, você se abre para conhecer pessoas que te inspiram, vai a lugares que nunca imaginou, e se supera de jeitos que nunca acreditou que poderia.

Quando você é constantemente bombardeada por mensagens, desde do minuto que você nasceu, sobre como você deveria “ser” enquanto mulher, é fácil deixar esses ideais dominarem a sua mente, em vez de viver aquilo que é verdade para você. Viajar dá a você a chance de ignorar todas as pressões idiotas sobre as mulheres para se portar de um jeito específico. Essa é uma chance de entender e aceitar tudo o que você é, independente do que pode ou não caber nas normas sociais. Não deixe que ideias de terceiros sobre o que é ser feminina determine quem você é, ou como você viaja.

Sobre a autora:

Conheça mais sobre a Amy no amybakerwrites.com ou leia o seu recém lançado livro: “Miss-Adventures: A Tale of Ignoring Life Advice While Backpacking South America

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Carol Guido

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